27ª Festa da Lavadeira ⋅ 2013

A Festa chega ao Recife

Assim escreveu Amílcar Dória Matos sobre o Bairro de São José:

“Nesta cidade mágica do Recife, os fantasmas do passado não assustam.
Quanto ao presente do bairro de São José, esse deve ter dois nomes: restauração e preservação.
Porque São José anda avariado, extensão que é do Centro, prolongamento e símbolo que é sofrido, mágico e heroico Recife.
Machucado em suas estruturas, asfixiado em suas ruínas, acuado em seus exíguos espaços por um trânsito infernal que não comporta, sufocado em sua dignidade por mil problemas sociais, o velho bairro pede passagem para se mostrar em toda a sua grandeza e brilho.
Ele é patrimônio do Recife, parte substancial da alma do Recife.
As castanholas retomam o ritmo da saudade.
E o canto de mil galos repete o clamor dos sinos, ecoa o clamor dos sinos, anuncia nova alvorada.
Reabrem-se as cortinas douradas.
São José reacende seus fogos de glória...”

Assim, em seu tempo, chega ao Recife a Festa da Lavadeira, ao encontro de uma redescoberta, abrindo as cortinas douradas para toda a tradição da nossa cultura popular, trazendo ao seu berço, Bairro de São José.

Símbolo oficial da 27ª Festa da Lavadeira

Símbolo da 27a Festa da Lavadeira - 2013