Afoxé Oxum Pandá

Um grupo de amigos resolvem, em janeiro de 1995 na cidade de Olinda-PE, fundar a Entidade Cultural Afoxé Oxum Pandá.

Dedicando a Oxum, orixá da riqueza e fecundidade, indumentados de amarelo e branco, os brincantes do Afoxé Oxum Pandá, costumam sair pelas ruas de Olinda e Recife cantando músicas em português e também yoruba no ritmo Ijêxá, utilizando instrumentos de origem afro-brasileira tais como: atabaques, agogôs, tantans, abês (cabaças) e timbaus.

São sete anos de história, onde o Afoxé Oxum Pandá tem feito apresentações nos mais diversos locais, e como parceiros, em vários projetos culturais a nível estadual nas cidades de Camaragibe, Gravatá, Cabo de Santo Agostinho, Jaboatão dos Guararapes e Garanhuns; interestadual, Bahia, em março de 1998 e outubro de 2000, Rio de Janeiro em julho 2000.

O Afoxé Oxum Pandá tenta através de seu espetáculo mostrar um pouco da magia que se encontra nos desfiles de Afoxés, tanto em Salvador como em Recife e Olinda. Formado por um corpo de Alabés, músicos de candomblé dentro dos preceitos religiosos afro-brasileiro, e também contando com bailarinos de formação atestada por autoridades da dança popular em Pernambuco, durante aproximadamente 01:20 (uma hora e vinte minutos), onde se desenrola um desfile de músicas feitas para a entidade, cortejos dos Afoxés nas ruas durante o carnaval e outras populares e danças rituais dos Orixás (entidade da religião afro-brasileira). Tudo isto mostrado de forma alegre e contagiante com a preocupação de ser o mais original, fiel e belo, com proposta de representar a tradição dos Afoxés de Pernambuco.

Ficha técnica:
Corpo de Albê: 10 músicos
Corpo de dança: 5 bailarinos
Corpo de canto: 2 intérpretes
Apoio técnico: 2 produtores e 1 camareiro